O martelinho de ouro é excelente para boa parte dos amassados, mas não é uma solução universal. Conhecer os limites da técnica evita expectativa errada e ajuda a decidir o melhor caminho para o seu carro.
Quando a tinta racha no ponto do impacto, a chapa perde elasticidade nessa região e o martelinho sozinho não resolve — nesse caso entra lanternagem e pintura.
Áreas com pouca curvatura, como quinas de para-lamas e capôs, dificultam o acesso da ferramenta e o nivelamento perfeito da chapa.
Colunas fechadas ou reforços estruturais às vezes exigem desmontagem parcial da peça para alcançar o ponto do amassado.
Quando o impacto estica o metal além do limite, ele não volta sozinho ao formato original mesmo com martelamento — é preciso tratamento adicional.
O diagnóstico visual muitas vezes engana. O ideal é levar o carro para uma avaliação presencial antes de decidir entre martelinho ou lanternagem.